segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Oi oi, gente!! Bom, eu quero fazer uma perguntinha pra vocês: vocês gostam de animes?

Pra quem não sabe, são chamados de animes os desenhos japoneses. Como por exemplo: Naruto, Pokémon, Dragon Ball e muitos outros.

Ultimamente eu ando vendo alguns por qual estou apaixonada (sim, gente, é possível se apaixonar por coisas que não existem), os nomes dos animes:

Bleach: Que conta a história de Ichigo Kurosaki (ou Kurosaki Ichigo, dependendo se o anime estiver dublado ou legendado), um menino de 15 anos que pode ver, tocar e conversar com espíritos. A história se passa na cidade de Karakura, no Japão, na Soul Society (lugar que vocês vão conhecer se assistirem o anime) e em muitos outros lugares como Hueco Mundo. Durante os 366 episódios de Bleach, Ichigo e seus amigos vão passar de uma vida normal, com idas ao colégio e festas do pijama, à lutas em que a vida estará em jogo.


Mirai Nikki: Yukiteru é um garoto que poderia ser considerado estranho. Com dificuldades de fazer amigos, para ele a vida não passa de um grande reality show, onde ele é mais um espectador. Tudo que ele vê, resolve anotar em seu celular, fazendo dele seu diário. Mais estranhas ainda são as atitudes do garoto, que imagina dentro de seus pensamentos um Deus dominador do tempo e espaço. Mas não era realmente uma imaginação… Yukiteru ganha desse Deus o poder de prever o futuro com seu celular, o seu “diário do futuro”. Porém, Yukiteru terá que usar seu poder para sobreviver em um jogo envolvendo perigosos assassinos e psicopatas, cada um com um poder especial em mãos. Todos eles estarão concorrendo para ser o sucessor de Deus no fim das contas. Como Yukiteru conseguirá vencer esse jogo? E quem é a misteriosa, apaixonada e perigosa Yuno?


 Gente, o do Mirai Nikki eu tirei da Wikipédia pq eu acho muito confuso explicar esse. 


 Bom, é isso. Espero que vocês assistam esses dois, que garanto que vão amar! 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Anna e o Beijo Francês C1


Capítulo 1

          Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O Museu de Artes chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs - ou qualquer nome que dão a estes - em cada esquina. E mímicos. A comida é supostamente boa, as pessoas bebem muito vinho e fumam muitos cigarros.
          Ouvi dizer que eles não gostam de americanos e de tênis brancos.
          Alguns meses atrás, meu pai me matriculou em um internato. A ênfase em suas palavras praticamente crepitavam pelo telefone quando declarou que viver em outro país era uma boa experiência e uma lembrança que eu guardaria para sempre. Claro. Lembrança. E eu teria apontado o uso indevido de tal palavra se já não estivesse surtando.
          Desde esse anúncio, tenho gritado, implorado, pleiteado e chorado, mas nada parece convencê-lo do contrário. E então tenho um novo visto de estudante e um passaporte, cada um anunciando solenemente: Anna Oliphant, cidadã dos Estados Unidos da América. E agora estou aqui, com meus país, desfazendo a mala em um quarto menor do que minha mala, a mais nova estudante do último ano na School of America, em Paris.
          Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade-Luz! A cidade mais romântica do mundo! Não sou imune a isso. É que essa coisa de internato tem mais a ver com meu pai do que comigo. Desde que vendeu tudo e começou a escrever livros caretas - que foram transformados em filmes mais caretas ainda -, ele tem tentado impressionar seus amigos figurões de Nova York, esnobando quão culto e rico ele é.
          Meu pai não é culto. Mas é rico.
          Nem sempre foi assim, quado meus pais ainda eram casados, éramos estritamente de classe média baixa. Quando ocorreu o divórcio, todos os vestígios de decência desapareceram, e seu sonho de ser o próximo grande escritor do Sul foi trocado pelo de ser o próximo autor publicado. Então ele começou a escrever esses romances que acontecem em Small Town Georgia sobre "pessoas com bom valores americanos que se apaixonam e então contraem doenças que lhe ameaçam a vida e morrem"
          Fala sério. 
          E isso me deprime muito, mas as senhoritas engolem toda essa historia. Adoram os livros do meu pai, adoram os suéteres de crochê e adoram o seu sorriso branco e o seu bronzeado laranja. E elas o transformaram em um best-seller e em um total idiota.
          Dois dos seus livros viraram filmes e três outros estão sendo produzidos. É daí que a grana de verdade vem: Hollywood. E, de alguma forma, sua grana extra e o pseudoprestígio deturparam o seu cérebro fazendo com que ele acreditasse que eu deveria viver na França. Por um ano. Sozinha. Não entendo por que ele não podia me mandar para a Austrália ou Irlanda ou qualquer outro lugar em que o inglês fosse a língua nativa. A única palavra em francês que eu sei é oui, que significa "sim", e eu aprendi recentemente que se escreve o-u-i, não w-e-e.
          Pelo menos as pessoas da minha nova escola falam em inglês. Foi fundada por americanos pretensiosos, que não gostam da companhia dos próprios filhos. É sério! Quem manda os filhos para um internato? É tão Hogwarts. Só que no meu não tem feiticeiros bonitinhos, balinhas mágicas ou aulas de voo.
          Ao contrário, estou presa com outros 99 alunos. Há 25 pessoas ao todo na minha sala de último ano, contra os 600 que havia em Atlanta. E estou estudando as mesmas coisas que estudava em Clairemont High, além de estar matriculada no curso básico de francês. 
          Ah, claro! Básico de francês. Sem dúvida, com os calouros. Eu arrebento mesmo!
          A minha mãe diz que preciso deixar de lado a hostilidade imediatamente, mas não é ela que está deixando para trás sua incrível melhor amiga, Bridgette, ou seu fabuloso emprego no multiplex Royal Midtown 14, ou Toph, o maravilhoso garoto do multiplex Royal Midtown 14.
          Ainda não consigo acreditar que ela está me separando do meu irmão, Sean, que só tem 7 anos e é muito novo para ser deixado sozinho em casa depois da aula. Sem mim, ele provavelmente será raptado por aquele cara assustador do fim da rua, que tem toalhas imundas da Coca-Cola penduradas nas janelas. Ou Sean, acidentalmente, comerá algo contendo corante Red Dye #40 e sua garganta inchará e ninguém estará para levá-lo ao hospital. Ele pode até morrer. E aposto que eles não me deixariam voltar para casa para ver o funeral, e eu teria de visitar o cemitério sozinha no ano seguinte, e meu pai teria escolhido algum querubim de granito de mau gosto para ficar sobre seu túmulo.
          Espero que meu pai não queira que eu preencha formulários de faculdade na Rússia ou na Romênia agora. O meu sonho é estudar teoria do cinema na Califórnia. Quero ser a maior crítica de filmes do sexo feminino. Um dia serei convidada para todos os festivais, terei a coluna mais importante do jornal, um programa de TV bem legal e uma página na internet extremamente popular. Aguardem!
          Só preciso de mais algum tempo para trabalhar nisso.
          - Anna, está na hora.
          - O quê? - Olho para as minhas camisetas perfeitamente dobradas em quadrados.
          Minha mãe olha pra mim e brinca com o pingente de tartaruga do colar. Meu pai, vestido com uma camisa polo pêssego, e sapatos náuticos, olha fixamente através da janela do meu quarto. É tarde, mas, do outro lado da rua, uma mulher canta algo semelhante à ópera.
          Meus pais precisam voltar para seus quartos. O voo dos dois saí pela manha
          - Aha! - Agarro uma camiseta em minhas mãos, apertando-a um pouco.
          Meu pai se afasta da janela e eu fico surpresa ao ver que seus olhos estão úmidos. Qualquer coisa que deixe meu pai - mesmo que seja meu pai - a ponto de chorar me dá um nó na garganta.
          - Bem, criança. Acredito que você está bem crescidinha agora.
          Meu corpo está congelado. Ele me puxa para perto dele e me dá um abraço enorme. Seu aperto é assustador - Cuide-se. Estude bastante e faça alguns amigos. E tome cuidado com os ladrõezinhos - ele acrescenta - As vezes eles trabalham em dupla.
          Eu concordo, e ele me solta. E então vai embora. Minha mãe fica para trás. - Você terá um ano maravilhoso aqui - diz ela - É tudo o que eu sei - Mordo meu lábio para evitar que comece a tremer, e ele me puxa para seus braços. Tento respirar. Inalar. Conto até três. Expiro. Sua pele cheira loção de grapefruit. - Eu te ligo assim que chegar em casa - ela diz.
          Casa. Atlanta não é mais minha casa.
          - Eu te amo, Anna.
          Estou chorando agora. - Eu também te amo. Tome conta do Sean para mim.
          - Claro.
          - E o Capitão Jack - eu digo - Verifique se o Sean o alimenta, troca sua cama e enche a sua garrafa de água. E assegure-se de que não dará muitas guloseimas pra ele, porque elas o fazem engordar e então ele não conseguira sair do seu iglu. Mas certifique-se que ele deu, pelo menos, um pouquinho todos os dias, porque ele ainda precisa de vitamina C, e não bebe a água quando eu coloco as pastilhas de vitamina C.
          Ela se afasta e clca uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha - Eu te amo - diz novamente.
          E, então, minha mãe faz algo que, apesar de toda a papelada, passagens aéreas e apresentações, eu não esperava. Algo que teria acontecido de qualquer forma daqui um ano, assim que eu fosse para a universidade, e isso independentemente  do tanto de dias, meses ou ano que eu tivesse esperando; ainda não estou preparada para quando isso verdadeiramente acontecer.
          Minha mãe vai embora. Eu estou sozinha.


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Oi gente! Esse é o 1º capítulo da minha 1º fic! Ebaaa! Bom, espero que gostem e deixe seu comentário dizendo oque você achou, no que pode melhorar! É isso, tchau! <3 :*

domingo, 15 de junho de 2014

Conhecendo nós




Oi gente!

Aqui quem fala é a Isadora, a Luisa e a Júlia. Começamos um novo blog, o mesmo se trata de fanfic's que nós escrevemos. Daremos também dicas de livros, críticas e cifras.

Esperamos que vocês gostem!!

"Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais"
-A Culpa é das Estrelas